Bom dia Sunshine - Memórias de um dia de Sol
Na
verdade, basta um chilrear da natureza ou algo simples para nos alertar que
existem boas ondas positivas no ar, que relativiza tudo o resto que há de mal a
atormentar-nos! Só é preciso estar atento, e dar importância a tal!
Bem
visto!!
;)
Verdade
… Passamos pela vida muitas das vezes como se tivéssemos palas nos olhos e não
damos o devido valor ao simples e revitalizante chilrear dos pássaros. Quando
era miúda, e a minha mãe me disse que as borboletas apenas viviam 1 dia ou 2,
fiquei indignada com a natureza. Tanta espera e expectativa para ver a lagarta
virar borboleta para depois morrer num dia?? E vive ela nessas 24 horas a
plenitude de uma felicidade completamente inatingível pelo humano. E aproveita
ela todas as fases na sua vida da sua mais pura essência, até ganhar asas e
voar. E acaba. Não precisou de nada mais para ser feliz. Nós não podemos ser
borboletas. Mas também podemos voar. É tudo uma questão de simplificação =) E
por vezes na concentração apenas do respirar, descomprimir, e sorrir. Porque se
nem sempre há razões para sorrir, também tantas outras vezes não existe razão
para estar mais ou menos infeliz. Simplesmente não há razão. Não existe motivo
nem para sorrir nem deixar de sorrir. E em caso de dúvida, que sorriamos.
Busquemos do chilrear dos pássaros, do vento nos cabelos, do sol na pele, o
sorriso nos lábios e a força de caminharmos para um final de borboleta,
plenamente realizada por atingir o seu objectivo!
Olá,
sunshine!! :)
Realmente,
nunca tinha pensado nisso da borboleta! Efémero mesmo!
Bom
dia de muito calor, para sair cedinho e ir logo à praia!! :D
Bom dia!!! É
verdade!! Hoje está um dia imensamente quente que nos limpa a mente e a única
imagem reflectida no ecrã do computador é uma praia paradísica ou uma piscina.
Leva-me até as minhas recordações primórdias, em que num dia de sol como este,
eu e os meus irmãos, tratávamos numa correria desajeitada e sem precisão as
tarefas diárias de casa para que a nossa mãe nos levasse à praia. Momento fantástico,
de berros de crianças quando a onda molhava os pequenos pezitos descalços a
tentarem se equilibrar nas rochas. O sorriso genuíno e a felicidade plena da
inocência despida de qualquer preocupação. Tão bom recordar não é? Já dizia
Vitor Espadinha que Recordar é Viver! E a infância é sem dúvida uma forma de
reportar-nos para uma felicidade quase que igual a da borboleta em fase de
lagarta, em que exibe a sua beleza inocentemente antes de virar crisália dentro
de seu casulo. Depois disso é um segundo a vida. Rotineira e repetitiva.
Na fase
adulta é necessário muito mais esforço para atingirmos aquela sensação de pleno
êxtase como quando a onda vinha e molhava-nos os pezitos e fazia-nos gritar. É
de uma simplicidade a felicidade aquela fase... Qualquer coisa nos fazia
sorrir, ou gritar não era? Aquela gritaria infernal, como descrevia meu pai,
quando 4 crianças corriam pela casa a fazer travessuras. Os adultos não
compreendem mais, esqueceram o que os fazia gritar. Lembraste porque era? Era
aquela sensação que nos enchia o peito de tal forma que nos sai pela boca! Era
difícil de controla de tão bom que era!!! :D
x


Realmente a vida adulta tende a retirar nos o brilho de viver, por diversos motivos, importa fazer constantes pausas para refletir se o caminho que trilhamos nos tras alegria de viver e trazer a essencia da vida que é a partilha de bons momentos em familia, amigos pois estes ultimos tambem podem ser ou devem ser, a nossa segunda familia. Construir diariamente, semanalmente, mensalmente, momentos de alegria para lembrar e ser mos lembrados por esses momentos que usufruimos ou fizemos usufruir.
ResponderEliminarA vida é a mais bela dadiva que nos foi oferecida e a cada dia temos uma nova oportunidade para reescrever uma bela historia.
Gostei do teu texto e inspirou este meu comentario, desejo que continues esta jornada de alegria e podes contar com a minha ajuda no que estiver ao meu alcance.
beijinho
O brilho numa vida adulta é igualmente intensa, mas de forma distinta. Todas as fases da vida tem o seu encanto. A exigência de uma vida padronizada e de trilhos já traçados é que faz com que a liberdade de expressão infantil que guardamos até então, seja camuflada e resguardada na mente humana. Ninguém deixa de ter a criança que foi dentro de si. Simplesmente os novos deveres deixam de se resumir a arrumar os brinquedos, fazer os tão indesejados “TPC’s” e ir à escolinha, e passam a ser mais regrados num mundo de responsabilidades e preocupações de “contas” e afazeres. E aí se encontra a dificuldade em manter o brilho, pois a inocência se foi e não podemos simplesmente viver livremente aquela simplicidade de quem existe num mundo infantil. Se o fizeres serás visto não como um adulto, mas como um irresponsável infantil sem vida. Porque a vida de adulto está padronizada nos números. No Salario, nas contas, na responsabilidade, no ser ajuizado e correcto. A linha estreita-se, e o mundo encaminha-te pelos padrões sociais estereotipados. Mas não será isso que deixará de te fazer feliz. É necessário criar condições e lutar dentro desse padrão por algo que te realize pode não ser fácil, mas não é impossível. E há que aprender a sintetizar felicidade e retirar de todos os momentos motivos para sorrir. Beijinhos!! E obrigada pelo comentário ;)
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